Do funil ao ciclo: como mudou a jornada de compra do cliente | Blog Agência Quartz
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Estratégia

Do funil ao ciclo: como mudou a jornada de compra do cliente

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Robinson Freitas
Fundador da Quartz · 04 jul 2026 · 6 min de leitura
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Durante décadas, ensinamos o funil: topo, meio, fundo. Só que o cliente de hoje não anda em linha reta. Ele pesquisa no Google, pergunta ao ChatGPT, descobre no Instagram, lê um comentário no Reddit — e volta atrás quantas vezes quiser.

Por que o funil linear não basta

O modelo linear pressupõe um caminho único e previsível. A realidade é um vaivém entre canais e momentos. Quem só pensa em funil perde o cliente nas curvas.

O cliente não percorre um funil. Ele circula por um ciclo.

O modelo de ciclo

  • Atrair: estar presente onde o cliente pesquisa e descobre.
  • Engajar: nutrir com conteúdo relevante em cada ponto de contato.
  • Converter: facilitar a decisão no momento certo.
  • Encantar: transformar clientes em promotores que reiniciam o ciclo.

Marketing e vendas no mesmo ciclo

No modelo cíclico, marketing e comercial não se revezam — atuam juntos, o tempo todo, alimentados pelos mesmos dados. É o fim do atrito entre quem atrai e quem fecha.

Reorganize a sua jornada

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Perguntas frequentes

O funil morreu?

Não — ele evoluiu. Continua útil como referência, mas precisa ser lido como um ciclo contínuo.

Como aplico isso na prática?

Integrando canais, dados e times em torno da jornada real do cliente, não de um fluxo idealizado.

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Robinson Freitas

Robinson Freitas é estrategista de crescimento empresarial e fundador da Quartz Comunicação e Marketing. Especialista em Marketing Digital e Inteligência Artificial, atua na transformação de empresas por meio de estratégia, tecnologia e inovação.