Durante décadas, ensinamos o funil: topo, meio, fundo. Só que o cliente de hoje não anda em linha reta. Ele pesquisa no Google, pergunta ao ChatGPT, descobre no Instagram, lê um comentário no Reddit — e volta atrás quantas vezes quiser.
Por que o funil linear não basta
O modelo linear pressupõe um caminho único e previsível. A realidade é um vaivém entre canais e momentos. Quem só pensa em funil perde o cliente nas curvas.
O cliente não percorre um funil. Ele circula por um ciclo.
O modelo de ciclo
- Atrair: estar presente onde o cliente pesquisa e descobre.
- Engajar: nutrir com conteúdo relevante em cada ponto de contato.
- Converter: facilitar a decisão no momento certo.
- Encantar: transformar clientes em promotores que reiniciam o ciclo.
Marketing e vendas no mesmo ciclo
No modelo cíclico, marketing e comercial não se revezam — atuam juntos, o tempo todo, alimentados pelos mesmos dados. É o fim do atrito entre quem atrai e quem fecha.
Reorganize a sua jornada
Mapear a jornada real do seu cliente é o primeiro passo. Veja como fazemos em Consultoria Estratégica.
Perguntas frequentes
O funil morreu?
Não — ele evoluiu. Continua útil como referência, mas precisa ser lido como um ciclo contínuo.
Como aplico isso na prática?
Integrando canais, dados e times em torno da jornada real do cliente, não de um fluxo idealizado.
Quer aplicar isso na sua empresa?
Agende um diagnóstico gratuito e descubra como a Quartz pode acelerar o seu crescimento.
Agendar diagnóstico gratuitoRobinson Freitas é estrategista de crescimento empresarial e fundador da Quartz Comunicação e Marketing. Especialista em Marketing Digital e Inteligência Artificial, atua na transformação de empresas por meio de estratégia, tecnologia e inovação.
